TRILOGIA
Universália in Rebus
O primeiro álbum é batizado de “Universália in Rebus”, disco volitivo, gravado ao vivo
na cidade de São Paulo, em março de 2010. Termo cunhado da metafísica aristotélica, o nome do disco em latim significaria algo como: "os universais existentes no interior das coisas". Esse disco traz nove canções compostas, arranjadas e executadas pelo músico na voz, violão e piano, com produção e direção musical assinada sob a parceria de André Balboni e Raphael Arcanjo. Com diversos instrumentos de sopro e cordas, predomina o elemento percussivo e diferentes ritmos. Participam como músicos convidados: Vico Piovani no contrabaixo, Nando Vicencio no Sax, Gah Setúbal no trompete, Caio Forster no violino, Bruno Sotil na percuteria, Bruno Duarte na percussão, Eder Hendrix e André Balboni na guitarra. Um disco mais escuro, com arranjos em terças menores. Tem a participação especial da cantoterapêuta Ana Ruivo e fotos da artista Carolina Meirelles registrados na catedral gótica de Notre Dame em Paris (2009).



In Natura
O segundo álbum “in Natura” é um disco sentimental, mais vivaz e intenso. Marcado pela estrutura de um “Power trio” baixo, guitarra e bateria, com apenas um piano de calda solo - em reverso. Um disco mais colorido, com dez canções arranjadas em oitavas e uma pegada mais rock’n roll e crua. Todas as vozes foram dinamizadas analogicamente em rolos de fita magnéticos, em um processo experimental que ressaltou os médios-agudos e os médios-graves da voz de Raphael Arcanjo, o responsável por essa alquimia sonora foi o músico e engenheiro de som Thiago Nassif. Como músicos convidados participam: Ricardo Fogaça (Santo) na bateria, Gustavo Cabelo na guitarra solo, Nando Vicencio no sax e André Balboni nas Guitarras e sintetizadores eletrônicos. Produção e direção musical assinada sob a parceria de André Balboni e Raphael Arcanjo. Tem a presença de um coro de crianças do bairro rural da Justinada e a participação especial da renomada cantora Ná Ozzetti, as imagens são da fotografa Caroline Bittencourt (2014).
IN
O terceiro álbum da trilogia “Universália” é o disco mais intimista e pensamental. Esse disco não será impresso como os últimos dois primeiros. Um álbum invisível, imaterial, intuitivo e improvisado. Composições em tons maiores, quase sempre em sol (G). É o álbum branco. São onze canções somente performadas pela voz de Arcanjo e violão do musico uruguaio Agustin Belbussi. Contando apenas com uma corda, um sopro e uma percussão, participam como músicos convidados no acompanhamento do duo: Cello com Pedro Bortolin, trompete com Ga Setúbal, e percussão com Guegué Medeiros. Tem a participação especial da jovem cantora e poeta Celeste Moreau Antunes. A produção e direção musical assinada sob a parceria de André Balboni e Raphael Arcanjo. Produção artística de Stella Balboni. Imagens por Ruth Slinger. Este trabalho é dedicado a Lilás Espindola Balboni (2022).


